sexta-feira, 23 de maio de 2014

É Vero #43 - Hora do almoço! Onde comer.

Hora do almoço! Onde comer.



Com os novos tempos, mudanças de hábitos de consumo e dificuldades cada vez maiores de locomoção nos grandes centros urbanos, temos visto um aumento significativo de ofertas no mercado de alimentos ou refeições fora-do-lar. Se antes, voltávamos para almoçar em casa, hoje a falta de tempo nos obriga a comer perto do trabalho, da escola ou mesmo carregar uma marmitinha!




Para quem come fora todos os dias, por obrigação ou não, como saber escolher o  restaurante certo?

Em primeiro lugar, precisamos avaliar a nossa disposição para isto. Às vezes é muito melhor – em todos os sentidos – trazer uma marmitinha de casa! Não é, absolutamente, vergonhoso e falaremos dela em próxima edição. Depois, dependendo de fatores como distância, tempo, companhia ou opção alimentar podemos  escolher entre  diferentes tipos de restaurantes.


Aproveite a variada oferta, que nem sempre temos em casa, de verduras, legumes, cereais ou carnes. Comece sempre pelas verduras frescas, que aliviam a fome, dão uma boa dose de fibras e vitaminas e ajuda evitar excessos gordurosos ou altamente calóricos e engordantes.  


É fácil se fartar e engordar comendo fora todos os dias. Muitas porções nos apetecem, mas podem ser grandes demais para a fome que temos.  Por isso, não se acanhe de dividir pratos com uma companhia  ou até com uma embalagem de viagem! Você come somente o necessário e economiza levando a metade para casa! Assim, não se come além da medida e podemos nos empenhar também com o problema da sustentabilidade e o não desperdício!

Sempre que comer em estabelecimentos que cobram por pessoa, tipo rodízio, faça-o devagar. O organismo leva um tempo para perceber que está satisfeito, se você come muito depressa, quando perceber já estará estufado!  Assim, mastigando bem e devagar, o corpo dará notícia ao cérebro no momento de parar e você ainda estará no seu limite de saciedade saudável.

Como opções diárias para almoço, facilitados pelo pagamento com tickets ou similares, temos boa variedade em qualquer centro comercial, movimentado ou não, principalmente de comida a quilo self service.  Pense no que quer comer, antes de escolher o local – assim será mais fácil fazer a escolha correta, considerando que o principal cartão de visitas de um restaurante, hoje, é a indicação de pessoas amigas, ou a garantia de uma cozinha variada e saudável. Vale também ver o cardápio com preços na entrada do estabelecimento e consultas na internet. 



- Lanchonetes – ou fast food - são os restaurantes em que os alimentos ou sanduiches são preparados e degustados rapidamente. Podem ser embalados para viagem ou comidos no balcão e não constituem uma alimentação muito saudável para o dia a dia.






- Self service – a quilo – a pessoa monta seu prato com todos os itens desejados e pesa. Em alguns (caso dos shoppings) paga-se antes de comer, em outros só na saída. Pode ser vegetariano, vegano ou típico, mas quase sempre, a melhor opção, já que paga-se somente o que coloca no prato. Evite os alimentos que estejam muito expostos assim como conversar muito perto das travessas para não contaminar os alimentos






- Self service – por pessoa – a pessoa paga um preço fixo e pode comer à vontade, repetindo quantas vezes quiser. Não é uma boa opção para todos os dias, pois acabamos por comer demais - já que pagamos como um glutão, comeremos como tal. É melhor levantar várias vezes para refazer o prato do que enchê-lo como um carro de boi! Além do mais, alguns restaurantes impõem regras contra o desperdício. Se quer manter a forma, prefira pedir um prato a la carte, pelo qual pagará menos e comerá somente o que pediu.  Cuidado com os olhos maiores que a fome! O visual pode ser tão atrativo que acabamos pegando mais do que precisamos, além do inconveniente mini mercado no prato!



- Prato feito servidos em bares ou restaurantes mais simples – tem entre 3 e 5 opções do prato principal (frango, peixe, bovino, suíno) que escolhido, vem acompanhado de arroz, feijão, salada, macarrão, farinha etc..






- Rodízio – por pessoa – onde se senta e espera pelo garçom para servir o principal da casa em todas as versões oferecidas e quantas vezes quiser repetir. Normalmente tem complementos fixos a depender do tipo da casa, por exemplo: na churrascaria, tem arroz, macarrão, salada, farinha, vinagrete; na pizzaria, vem azeite, catchup, mostarda. Paga-se, além do preço fixo por pessoa, toda a bebida consumida e extras como café, sobremesa e as taxas de serviço.



- A la carte o restaurante apresenta um cardápio com alguns detalhes de ingredientes, acompanhamentos e preços, através do qual, o cliente já acomodado na mesa, faz a escolha. Paga-se de acordo com os pedidos feitos, quase sempre acrescidos de couvert e taxa de serviço além das bebidas.





- Restaurantes temáticos a globalização de nossos dias, permite que possamos comer comida japonesa ali na esquina, mineira na quadra do lado ou árabe logo lá na frente! E cada um tem suas peculiaridades. Procure saber detalhes de cada um antes de visitá-los. E nunca despreze os naturais, vegetarianos, veganos ou similares, mesmo não sendo adepto – eles ajudam em qualquer dieta e servem também para regularmente, desintoxicar o organismo.



Numa saída extra com seu par romântico, com a família, colegas de trabalho, ou mesmo a sós entre trabalhos e deslocamentos, escolha antes que tipo de refeição deseja para o momento. E saiba que seu comportamento à mesa demonstra sua educação e cultura. Vale sempre lembrar alguns detalhes de boas maneiras que cada ocasião exige e devem ser sempre obedecidas para não fazer feio ou “pagar mico”, nem incomodar as pessoas que nos cercam!

Entretanto lembre-se que nos dias de hoje, com tantos famintos pelo mundo afora, o que vale é a sustentabilidade e o não desperdício. Faça a escolha certa e prefira a comida de casa, por mais simples que seja, pode ser sempre a mais saudável e a melhor para evitar o indesejado ganho de peso na balança ou perda de peso do bolso.





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