quinta-feira, 15 de maio de 2014

5 passos para fazer uma boa redação mesmo sem conhecer muito sobre o assunto




Se você está se preparando para o ENEM, os concursos públicos ou vestibulares, este texto foi feito para você! Na maioria dos concursos (e observe que concurso abrange todos os tipos de processos seletivos) a redação vale metade ou quase a metade da nota. Isto acontece principalmente por 2 motivos. O primeiro é que, principalmente para cargos públicos, você deve saber interpretar e escrever bem. O segundo é que, como o concurso é, além de classificatório, também eliminatório, o objetivo principal da redação é este: ELIMINAR candidatos que não estiverem preparados ou não conhecerem bem o tema (isso se dá pela quantidade absurdamente grande de concorrentes por vaga).

Mas com este texto, você não estará tão “cru” quando encontrar um texto em que você não sabe explicar muito bem o assunto. Não garanto que você vá arrasar nas redações, mas garanto que, se seguir estes passos, estará muito mais preparado para o desconhecido.

1 – O quê/Quem?

É a primeira pergunta a ser considerada, independente do assunto. Se for sobre um objeto você deverá falar sobre ele. O que ele é, o que ele faz, o que causa, quem o criou? Qual o propósito de sua criação? etc. No caso de pessoas, fica mais fácil ainda. Quem é? Quem o cita? Quem é citado por ele? O que ele fez?  O que aconteceu com ele?

Esta parte é basicamente a introdução do seu texto, um breve resumo do que está por vir, a parte em que você deve apresentar a pessoa, o objeto ou a situação que você vai falar sobre. Faça tudo neste parágrafo, para não ficar se repetindo depois.

2 – Quando?

Nesta parte do texto você falará do contexto histórico/temporal do seu objeto. Aqui você vai inserir uma pergunta a mais, mas que deve estar presente juntamente com todas as outras, “por quê?”. Vejamos. Quando ocorreu? Por que ocorreu nesse período? Quando se iniciou? Quando terminou? Por que começou e por que terminou?

Como você percebeu, esta é a parte das explicações, do motivo que levou a tal fato. Se for uma pessoa as perguntas serão adaptadas. Quando nasceu? Quando morreu? (se morreu) Causa da morte? Quando se tornou conhecido e por quê? Quando desenvolveu “tal” projeto? E quando o colocou em prática?

Você não precisa colocar datas exatas, a menos que sejam fato históricos. Pode substituir as datas por “anos mais tarde”, “tempos depois”, “quando já estava mais velho” etc.

3 – Onde?

Aqui você já estará na metade do texto e as perguntas a serem feitas são estas: Onde ocorreu e por quê? Onde está agora? De onde veio? Para onde vai? Onde tudo começou? Onde aconteceu o evento? Onde “fulano” nasceu? E onde morreu?

Aqui você falará apenas e nada mais que a localização e o motivo de ter sido naquele local.

4 – Como?

Esta pode ser a parte mais difícil, mas não desanime, você já está quase no fim! Aqui você explicará como o fato aconteceu, ou, como “ciclano” se tornou o que é hoje. Se o seu conhecimento dos fatos não for grande, dê todos os detalhes que souber. Quais os passos para executar “tal” ação? Que motivos levaram a isso? Como o objeto funciona? 

5 – Conclusão

Ah! A parte mais fácil do texto! A menos que seja uma resenha, você não deve dar sua opinião em qualquer parte do texto. A conclusão é um minirresumo do que você já disse nos parágrafos anteriores. Pegue uma ou até duas perguntas de cada passo e então sua conclusão estará pronta. Veja. O que é? O que faz? Quem o construiu? Quando foi criado? Onde se deu sua criação? Onde ele opera? Como foi construído e como funciona?

Dependendo do assunto, talvez a disposição das perguntas possa mudar. O como pode vir em 2º, o onde pode vir em 4º. Mas o importante é que você consiga escrever com base nessas perguntas.

Seguindo esses passos, você conseguirá fazer um bom texto sobre praticamente qualquer assunto, menos, é claro, textos sobre estatísticas, leis e Direito em geral, pois as fontes e as informações devem ser exatas.


Por Yuri Zanatta

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